sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

SÓ UM DESABAFO DE UM CIDADÃO

Primeiramente deixe-me frisar: ”Não sou nenhum ‘expert’ da matéria, tão pouco dotado de uma inteligência acima de qualquer outra com QI normal, apenas sou um simples cidadão, mas que, com a graça de Deus, dotado de certo discernimento e coerência nas coisas que busco realizar”.

Sou assinante e, na medida do possível, também leitor de certo veículo diário de notícias desta cidade e, confesso que, infelizmente, tenho entendido “sim” que as notícias por alguns desses veículos levadas à população têm sido tendenciosas. Senão vejamos: Na edição de hoje (26/02/2014) de nº 17.463 do jornal Gazeta de Limeira, traz como chamada de matéria em primeira página o seguinte – “Lei que cria critérios de acesso à creche é alvo de denúncias Ora, da forma como se expressa a notícia já se está evidente a caracterização de uma anormalidade sem nenhum recurso, clandestino, ardiloso, ilegal ou mesmo até imoral. Até parece que se tratou de uma norma ou fato enfiado goela abaixo de todos (Vereadores, Comissões, Juristas,  Secretarias...) o que não é verdade.

Não tenho, certamente, nenhuma procuração ou mesmo intenção alguma ao fazer isso, porém, vendo a notícia e quem está por trás dela, penso o seguinte: não seria o caso da chamada referir-se tão somente como - ...é alvo de questionamentos..., e por conseguinte levada ao Órgão em questão para análise?

Como disse, não tenho procuração para defender ninguém, tanto menos essa atual administração política desta cidade, mas acho que está faltando coerência de determinados segmentos e, principalmente PESSOAS, que no afã político do momento esquecem-se dos reais interesses que deveriam nortear os atos e ações em favor do nosso querido povo. Simplesmente se voltam para si próprios adotando uma política individualista do quanto pior, melhor.

Certamente que a Lei pode até ser falha, como muitas outras o são, algumas totalmente esquecidas – letras mortas – como dizem os juristas, mas é preciso que se análise os fins a que foram criadas, os reais alcances atingidos, se realmente foram capazes de poder dar aos desiguais, uma oportunidade melhor de se alcançar justiça social. E aqui eu quero frisar o seguinte: Naturalmente não querendo tirar o foco legal da questão - é simples, basta que se posicione defronte a qualquer estabelecimento de ensino dessa natureza que lá se poderão presenciar inúmeros carrões e detentores de profissões e posições sociais distintas e que, possivelmente, ainda que momentaneamente, poderiam sim arcar com uma colocação – repito momentânea, de seus filhos numa unidade privada até que se possa efetivamente normalizar a oferta de vagas nas creches, e isso em favor daqueles mais necessitados.

Não é incomum presenciar inúmeros pais revoltosos com essa situação, precisam realmente do benefício da colocação de seu filho em creche para trabalharem, não conseguem e não raro têm conhecimento de pais que poderiam perfeitamente bancar isso e, no entanto, tem esse benefício.

Limeira deve estar acima de tudo e de todos, acho que a exemplo de municípios vizinhos é necessário que voltemos nossos objetivos para um ponto comum – Limeira é esse ponto. Acho que é hora de parar de se deixar levar pelo momento político, voltar nossas ações para o que efetivamente traga benefícios para um maior número possível de cidadãos e famílias limeirenses.

Desnecessário até, mas se a questão é discutir a constitucionalidade do instrumento em questão, vale lembrar a existência de inúmeros programas sociais do governo, que são discriminatórios por natureza e, no entanto, legais – caso recente: O MINHA CASA MINHA VIDA – afinal o  direito à moradia é de todos, todos, constitucionalmente, somos iguais perante a lei, porém o programa não atende a todos de forma igualitária.

Digo ainda - se o foco é realmente o alcance do benefício a um maior número possível de crianças, quer sejam elas de origem abastadas ou pobres, que tal conclamar os órgãos públicos e a iniciativa privada com projetos viáveis para que num esforço conjunto se construa o maior número possível de Creches e Escolas no nosso município, já tivemos exemplos disso, o nosso bom e eficiente Grupo  Empenho que tanto bem trouxe em inúmeras obras e ações voltadas ao nosso querido povo é uma prova cabal de que quando uma sociedade dotada de homens de boa vontade se unem num esforço comum que objetiva o bem maior, tudo se torna possível.

Esqueçamos, portanto, nossos umbigos e unamos nossas forças para um bem maior que é a nossa cidade e sua gente!


 José Eduardo Monteiro - RG – 9.986.695 – cidadão Limeirense por adoção.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

A OPOSIÇÃO DE DIREITA E A OPOSIÇÃO DE ESQUERDA

Tenho ouvido e lido muito, em especial nas redes sociais, de que a Oposição que se faz hoje ao governo democrático e popular, de Paulo Hadich (PSB), os métodos são os mesmos utilizados, por nós quando não estavam no poder municipal. Afirmam inclusive, que o Vereador Zé da Mix é o Ronei Costa Martins da Oposição nos dias atuais.

Discordo veemente destas teses, tão difundidas por parte da imprensa, bem como por correligionários da Oposição. Tais informações, distorcem a História recente, maquiam, o que este grupo fora do poder, desenvolveu quando estava no executivo. Manipula fatos, como a denuncia feita em 2005 pelo Vereador Ronei, dizendo que a realizada por Zé da Mix, continha o mesmo método. As duas eram bem diferentes, inclusive nos objetivos e conteúdos.

A política de tentar, passar a imagem de que todos são farinha do mesmo saco, que nada muda, quem hoje esta no poder, é suspeito de corrupção e que a oposição não importa o como, mas deve sangrar o governo, tem sido feita com intensidade e beirando ao ridículo. Decidi então fazer um exercício comparativo entre as duas formas de se fazer oposição, vamos a elas:

1.    Nunca ameaçamos a Governabilidade, sempre nos pautamos em garanti-la, com embates ideológicos e não com pequenos golpes, para plebiscitar o governo, sempre o colocando sobre suspeição;

2.    Nossa Oposição, era propositiva, seja na Câmara, seja com a atuação dos movimentos sociais. Apresentávamos projetos, os MS, buscavam primeiro o dialogo, em ultimo caso as táticas de pressão. Só para se ter uma ideia, a Oposição na Câmara é pífia neste quesito, não propõem nada, não dialoga com os Movimentos, muito menos com o governo;

3.    Sempre repudiávamos o Denuncismo. Nunca apresentamos criticas não fundamentadas, cheias de pelo em ovos, com o único interesse de criar o caos. O exemplo, é que todas as nossas investigações, estão hoje, sendo resolvidas pela Justiça. A maioria delas com condenações aos acusados;

4.    A Oposição do momento, expressa em suas ações, ódio e violência. Ataca pessoas, tenta destruir reputações de imagem moral e nada política. Expressa muitas vezes preconceitos. Sempre respeitamos as lideranças de direita. Nunca promovemos, massacres baseado na vida privada, exceto quando o público era confundido;

5.    Nossa origem e não as abandonamos é com os dois pés nos movimentos populares ou forças vivas da sociedade. A Oposição de hoje, despreza estas forças, como as desprezava quando estava no poder. Além disto a incapacidade da Oposição, de dialogar com os movimentos é muito grande, até porque não tem vocação alguma para a Democracia;

6.    Diz me com quem tu andas, que te direi quem és. Boa parte dos integrantes desta Oposição, foram parte ou apoiaram o Governo do Cassado, alguns até o apagar das luzes e vários condenados pela justiça por crimes contra o patrimônio e o erário público;

7.    Não há nesta Oposição, Plataforma política, a não ser interesses pessoais e de grupos, escondidos na retórica falsa da defesa da ética. Nunca escondemos o que pensávamos. Tínhamos quanto Oposição Projeto para a cidade e foi com ele que vencemos as eleições e com ele estamos mudando a cidade;

8.    A Oposição de Direita, não quer mudanças. Não fala delas, foge quando questionada, não participa dos fóruns de participação. Pelo contrario, defende a manutenção de um status, perdido nas eleições 2012. Episódios pedindo isenção de dividas de IPTU para condomínios de luxo, é um dos exemplos de que interesses estamos falando;


A outras diferenças as quais trabalharei em um segundo texto. Por ora basta para o debate.